MPPE encerra ações da Gestão Estratégica no ano de 2019 com a segunda Reunião de Avaliação da Estratégia (ciclo 2018-2023)

 O Comitê de Gestão Estratégica do Ministério Público de Pernambuco (CGE/MPPE) se reuniu na tarde de ontem (16) para realizar a segunda Reunião de Avaliação da Estratégia (RAE), fechando as atividades do planejamento estratégico no ano de 2019. Na reunião, presidida pelo procurador-geral de Justiça Francisco Dirceu Barros, o colegiado aprovou o Plano Diretor de Gestão de Pessoas e o calendário de atividades do ano de 2020, com a realização de quatro RAEs, sendo três ordinárias e uma extraordinária.

O Ministério Público precisa perseguir a efetivação das ações institucionais e garantir que elas tenham continuidade. Por esse motivo, o planejamento estratégico é fundamental, porque dá as ferramentas para que os membros possam atuar em busca dos objetivos apontados pela Instituição e pela sociedade”, destacou o procurador-geral.

Os integrantes do Núcleo de Gestão Estratégica do MPPE também apresentaram um balanço das iniciativas realizadas em 2019, que contou com um total de 18 oficinas de desdobramento da Gestão Estratégica, que congregaram um total de 338 participantes. Nesses encontros, os membros das Circunscrições Ministeriais de todo o Estado puderam manifestar seu interesse em aderir aos projetos institucionais, como o Cidade Pacífica e o Convívio Protetor, que foram os dois que obtiveram maior engajamento.

Já na Capital, como há uma maior especialização dos membros em áreas temáticas, estamos desenvolvendo os painéis de contribuição, em que os promotores de Justiça se reúnem e definem objetivos de contribuição. São tarefas que eles propõem para si mesmos, com metas que podem ser acompanhadas pela Gestão Estratégica. Com essa metodologia, nós estamos incluindo o planejamento estratégico no dia a dia dos membros do MPPE”, explicou o promotor de Justiça Antônio Fernandes, integrante do Núcleo de Gestão Estratégica.

Outro ponto de aprimoramento que está sendo pensado para 2020 é o fortalecimento do papel dos Centros de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça (Caops) na Gestão Estratégica. A promotora de Justiça Alice Morais, também integrante do Núcleo, afirmou que os contatos com os coordenadores dos Caops deverão ser realizados para buscar compreender as dificuldades relatadas pelos promotores nas Comarcas e integrar o apoio dos Caops aos projetos. “A primeira RAE de 2020, no mês de março, será voltada para propor formas de incrementar o suporte dado pelos Caops aos promotores de Justiça que estão executando os projetos institucionais”, salientou.

 

Texto da AMCS e publicado originalmente no sítio do MPPE em 17 12 2019

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