Equipe do MPLabs escolhe desafios para criação de protótipos tecnológicos

Mais uma etapa do Ciclo de Inovação Aberta do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), batizado de MPlay, foi concluída com êxito. Nesta quinta-feira (6), o ecossistema produtivo do Porto Digital e a equipe do Laboratório de Inovação MPLabs discutiram mais detalhadamente os 14 desafios, definidos como prioritários pela Instituição. Pela manhã, as empresas e grupos de pesquisa em tecnologia escolheram os desafios que lhes motivaram e, à tarde, o MPLabs filtrou quais desafios e interessados lhes pareceram mais viáveis.

“Alcançamos os objetivos. Tivemos boa adesão, os 14 desafios apresentados tiveram interessados e conseguimos escolher quais permanecerão, baseado em técnica, prioridade e perspectiva de aproveitamento”, avaliou o coordenador da Coordenação Ministerial de Tecnologia da Informação (CMTI), Évisson Lucena.

Dos 14 desafios, oito ficaram para a próxima fase, quando os protótipos, elaborados por 11 empresas ou grupos de pesquisa em tecnologia, serão apresentados e analisados pela equipe do MPLabs. Alguns desafios ficaram a cargo de consórcios formados entre empresas.

O reencontro está previsto para daqui a 15 dias. Nesse meio tempo, haverá ainda contato entre as partes interessadas para que dúvidas que surjam sejam esclarecidas.  A previsão é de que três desafios acabem como finalistas para que se tornem, realmente, soluções tecnológicas.

Os 14 desafios foram traçados a partir de oficinas realizadas no MPPE e incluem medidas para amplificar a atuação dos membros e servidores no combate à sonegação fiscal, defesa do patrimônio público, promoção dos direitos de crianças e adolescentes, dentre outros.

Na rodada de apresentação às empresas, alguns promotores de Justiça participaram da explanação de cada desafio e expuseram com exemplos práticos as dificuldades que enfrentam no exercício do cargo. Descreveram as peculiaridades da atuação institucional e qual deveria ser o foco das soluções a ser projetadas, tirando dúvidas dos profissionais dos grupos de pesquisa e empresas de tecnologia.

“Foi uma experiência importante interagir com o ecossistema de tecnologia do Porto Digital e compartilhar com especialistas os desafios do MPPE para melhor atender à sociedade. Certamente, vamos conseguir boas propostas e alcançar nosso objetivo de ter soluções viáveis e eficazes para nossas demandas”, comentou o promotor de Justiça Antônio Fernandes, que integra o Núcleo de Apoio Administrativo de Gestão Estratégica do MPPE.

Texto e imagem produzidos pela AMCS e publicado originalmente no sitio do MPPE em 06/09/2018

MPLabs: Desafios do MPPE para soluções tecnológicas desperta interesse de empresas no Porto Digital

 Os desafios são a origem de toda iniciativa inovadora. Nesta quarta-feira (5),  o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) cumpre mais uma etapa do seu Ciclo de Inovação Aberta, batizado de MPlay. A Instituição, por meio do Laboratório de Inovação MP Labs, apresentou ao ecossistema produtivo do Porto Digital os 14 desafios definidos pelos seus integrantes como prioritários para solução de problemas do MPPE, a fim de que as empresas de tecnologia proponham soluções modernas. As ideias serão recebidas e analisadas pelo MP Labs, para permitir o desenvolvimento de protótipos de soluções para o aperfeiçoamento da atuação institucional.

“Foram mais de 40 empresas inscritas e todos os desafios tiveram interessados. Em termos de adesão de empresas, convergência e qualidade de apresentação e participação, podemos ter a certeza que esse dia foi exitoso”, comemorou o coordenador da Coordenação Ministerial de Tecnologia da Informação (CMTI), Évisson Lucena.

Nesta quinta-feira (5), em mais uma etapa do MPlay, as empresas e a equipe do CMTI vão discutir os desafios de maneira mais técnica, apresentar as propostas prévias para soluções, abertas, inclusive, para formação de consórcio entre elas para desenvolvimento dos protótipos. Há também a probabilidade de um desafio ser acoplado a outro para que uma única solução tecnológica seja desenvolvida. “O conceito de inovação aberta está sendo traduzido no evento; há uma convergência de interesses que nos gera uma expectativa muito boa para as próximas etapas do ciclo de inovação”, complementou Évisson Lucena.

Os 14 desafios foram traçados a partir de oficinas realizadas no âmbito do MPPE e incluem medidas para amplificar a atuação dos membros e servidores no combate à sonegação fiscal, defesa do patrimônio público, promoção dos direitos de crianças e adolescentes, dentre outros.

Promotores de Justiça participaram da explanação de cada desafio e expuseram com exemplos práticos as dificuldades que enfrentam no exercício do cargo. Descreveram as peculiaridades da atuação institucional e qual deveria ser o foco das soluções a ser projetadas, tirando dúvidas dos profissionais das empresas de tecnologia.

“O MPLbas é um esforço do procurador-geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros, que destina recursos do orçamento do MPPE para aprimorar os serviços tecnológicos da Instituição. Nossa perspectiva quanto ao projeto é a melhor possível.Estamos apresentando os desafios ao mercado, em busca das melhores soluções tecnológicas para que o MPPE suba de nível em excelência. O Porto Digital é uma referência internacional nesse ecossistema criativo e tem muito a nos oferecer em termos de de produtos e serviços, com foco em trazer uma melhor prestação de serviço para a sociedade”, ressaltou o secretário-geral do MPPE, promotor de Justiça Alexandre Bezerra.

“Para nós, que temos um pouco mais tempo de casa, é muito satisfatório poder vir aqui, propor a inovação, adequando o MPPE aos novos tempos. Essa parceria que estamos propondo ao Porto Digital é uma iniciativa em nome da população, para nos ajudar a servir melhor ao povo pernambucano”, ressaltou a subprocuradora-geral de Justiça em Assuntos Institucionais Laís Teixeira, que representou o procurador-geral de Justiça na abertura do evento.

Para Maurício Carvalho, responsável pela área de inovação aberta do Porto Digital, o principal mérito do trabalho integrado é permitir a adesão de pessoas com conhecimento especializado, tanto do meio acadêmico quanto empresarial, para pensar soluções. O Porto Digital abriu um chamamento público prévio e diversas empresas se inscreveram para participar do evento. “Os presentes vieram conhecer melhor os desafios e dizer como poderiam contribuir para construir as soluções. O programa de inovação aberta tem ainda a contrapartida de trazer a oportunidade de os atores externos criarem soluções que podem ser exploradas comercialmente, gerando empregos aqui dentro do Porto Digital”, detalhou.

Texto e imagens produzidos pela AMCS e publicado em 05/09/2018 no sitio do MPPE.